Mnha primeira experiência com o Carnaval

16 fevereiro, 2016

Sim, você entendeu direito. Eis que pela primeira vez nos meus 21 anos de existência, eu tive contato de fato com o Carnaval. Até então, minhas experiências tinham sido: Assistir o desfile pela tv, maratonar alguma série, dormir, planejar coisas pro blog (Carnaval do ano passado foi super produtivo nesse quesito) ou viajar para casa dos parentes (e dormir).

Mas nesse ano, me surgiu uma curiosidade imensa de entender porque tantas pessoas acham uma época tão mágica. Até porque a ideia que sempre chegava até mim era de bagunça e oba oba. E não é que me enganei redondamente?

O bloco escolhido para essa minha imersão carnavalesca foi o Bloco do Sargento Pimenta, que toca músicas dos Beatles com todo o toque e gingado brasileiro. Me interessei bastante pela ideia e aceitei.  

Perto da estação estava tudo absurdamente lotado, tanto que nem conseguia achar outros amigos que estavam lá já. Então resolvemos ir mais para a sombra, debaixo das árvores (afinal, estava absurdamente calor) e aproveitar o show mais de longe. 

Logo eles começaram e deu pra sentir toda a vibe. Deu pra finalmente entender porque Carnaval é legal. Porque eu estava ali, com meus amigos, com as pessoas que eu gosto, cantando e dançando sem me importar se estava desafinada ou desengonçada. Estávamos ali, junto à milhares de pessoas celebrando a alegria. O bloco estava tão tranquilo, sem pessoas absurdamente bêbadas ou brigas. Pais com crianças, famílias, casais, solteiros... Todos em perfeita harmonia.

Eu e a turminha do barulho <3
Pra vocês sentirem um pouquinho da energia, deixo um vídeo do canal oficial deles:



Fui para a casa naquele dia suada, cansada, com as pernas doendo mas com a alma lavada e o coração repleto de energia e coisas boas. <3

Seja bem vindo oficialmente à minha vida, Carnaval.

Sobre você

14 fevereiro, 2016
Créditos: Unsplash
Aquele sorriso de lado quando está com sono. E aquele mais aberto, depois de conseguir me tirar do sério de propósito. Aquela cara focada quando está prestando atenção em algo. Ou aquela quando me pede carinho, e que torna impossível negar tal pedido.

Seu jeito de pegar no violão e cantar descompromissado algo para mim, só para me ver corar e meus olhos brilharem de felicidade. Seu amor por poesias e por natureza, e ainda sim, ter vontade de ver um filme qualquer na sexta à noite e adormecer comigo depois de uma semana estressante.

Sua paciência - nem sempre presente, é verdade - com meus medos, minhas inseguranças, minhas mancadas, minhas trapalhadas e minha falta de jeito. Eu cuido de você, e você cuida de mim. A forma quase que mágica com que você fez com que eu me abrisse de novo e estivesse aqui, escrevendo sobre você e não sobre a história do João e da Maria. Elas tem graça, é verdade. Mas a nossa desperta todos os sentidos dentro e fora de mim.

Me faz ter menos medo do futuro e aproveitar mais as coisas da vida. Sentir o toque da sua mão e me sentir bem com o mundo. É poder escrever sobre você e todos os dias, ter uma coisa nova pra contar.

Adivinhem quem (eu) está de volta?

03 fevereiro, 2016
Eu, pentelhando na Av. Paulista

Ah, como senti falta disso aqui... Espero que tenham sentido minha falta também.

Mas cá estou eu de volta, pra felicidade desse povo tão querido que está sempre por aqui. 2016 começou desafiador para mim. Me mudei. Saí do conforto da família e me aventurei nessa selva de pedra com a cara e com a coragem. Ou quase isso. Podem ter certeza que isso me renderá muitos posts, desde relacionados à organização e finanças, até minhas experiências morando sozinha - inclusive aquelas para não se repetir em casa.

Já me aventurei pelo Carnaval pela primeira vez na vida também, e será algo que com certeza compartilharei também. Assisti novas séries, conheci novas bandas, comecei novos livros, escrevi novos textos. E pra tudo isso, quer abrir uma janelinha pra que vocês possam acompanhar também. Fiquem à vontade para conhecer um pouquinho mais da pessoa que lança a garrafa com os bilhetes para o mundo.

Ah, e trarei novos amigos para dizer algumas coisas também...

E acho que 2016 será isso. Mais pessoal do que nunca. E sempre com uma pitada dos meus tantos personagens com suas tantas histórias. Afinal, isso foi, é e sempre será a alma do BdG.

Um ano de partilha para nós.
Um beijo,
Dai