28 outubro, 2013
Nos filmes, novelas, histórias de amor é comum ouvir sempre o tal do "felizes para sempre"... Querendo ou não, acabamos nos fantasiando com essa ideia e esperamos pelo relacionamento perfeito, onde tudo é um mar de rosas. No começo pode até ser que seja assim, mas com o passar do tempo, acabamos percebendo que estamos nos relacionando com outro ser humano, que assim como nós tem defeitos e manias, que erra, que magoa. E a cada briga, discussão, desentendimento, todas essas coisas ficam mais evidentes. Aparece a raiva. Por algumas horas você pensa que não precisa mais daquela pessoa, que ela não te merece, que não quer saber dela nunca mais. Surge pensamentos do tipo "porque eu ainda persisto nisso?", "porque não tentar esquecer tudo?", "será que sou realmente importante pra essa pessoa?". A insegurança começa a tomar conta de você. Algumas lágrimas podem rolar ao longo das noites. Mas quando todo esse momento passa, você se lembra do porque está passando por tudo isso. Amar, ao contrário do que as histórias dizem, não é apenas sorrisos. Não chegará uma hora em que tudo será perfeito. Sempre haverá os problemas, os desentendimentos. Amar, é superar as dificuldades, a distância, a saudade. É se doar sem esperar nada em troca. É procurar pelas palavras, e não as achar. É estremecer com um simples eu te amo. É sonhar com um beijo, um abraço, um momento. É querer sempre o melhor pra pessoa amada, mesmo que isso não seja tão bom assim pra você. Enfim, é passar por altos e baixos, e ainda assim precisar daquela pessoa. Talvez ainda mais que antes. E se o amor não resistir? Se de repente ele não aguentar e acabar? É porque não era de verdade. Porque quando se é de verdade, nunca se acaba, de uma maneira ou de outra.

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