26 setembro, 2013
Quem dera os passos fossem na direção do pensar. Sair sem ter hora de voltar. Ir de encontro a tudo que se quer. Sorrir ao encontrar o que se deseja. Mesmo que aquilo que se deseja não seja exatamente seu. Deixar todo “porque”, “mas” e “se” para a hora das lamentações. E que essas fossem cada vez mais escassas. Quero uma passagem só de ida com destino a tudo que me faça feliz. Conhecer cada pequeno detalhe da alegria sem fim. Que essa vida valha a pena mesmo com toda essa inconstância. Mas quem sou eu para falar de inconstância? Se parece que me divido em duas cada vez que abro meus olhos. Se quero tudo e nada com a mesma intensidade. Se choro de rir e rio das desgraças. Sou um labirinto que poucos querem atravessar. Mas verdade seja dita, poucos conseguiriam mesmo chegar ao final. Não é tarefa fácil me decifrar, sendo que nem eu mesma sou capaz de tal feito. Porque será que deixamos nossos pensamentos sempre vencerem nossas ações?

1 comentários:

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  1. Nem nós mesmos conseguimos nos decifrar, então talvez não devamos esperar que os outros o consigam fazer...

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